23 de maio de 2024

GOSTARIA DE VIVER NUM LUGAR PARADISÍACO

 

 Gostaria de viver num lugar paradisíaco… perto do mar, ou talvez até numa ilha. O mar seria de um azul turquesa profundo que eu admiraria da janela do meu quarto, todos os dias, logo que acordasse, na minha casa junto à costa.

Todos os dias sairia de manhã e iria dar um passeio ao longo da praia. Apanharia conchas e búzios, ao longo da minha caminhada, os quais, ao fim do dia, enviaria como recordação para a minha terra natal.

Imagino uma vida perfeita! Todos os dias seriam calmos e tranquilos e eu levaria uma vida desconhecida até ao fim. Poderia ver e apreciar o por do sol enquanto me reconfortava com um bom livro e um jantar feito à pressa, por mim.

Trabalharia numa livraria, ou como nadador salvador? Honestamente, não sei. Só sei que adoraria o meu trabalho, para onde iria com prazer todos os dias e voltaria no fim do dia, igualmente feliz.

Gostaria de viver numa ilha paradisíaca, numa ilha onde tudo seria calmo e perfeito.

Luz Pimenta, 8º D


 

6 de maio de 2024

MAR, MARAVILHA, MISTÉRIO... MEDO!

 

Mar, maravilha, mistério... medo!
Ontem o mar estava muito agitado
Mas era impossível alguém não ficar maravilhado!
Ontem o mar transbordava suspeitas
Misterioso, místico...
Ontem o mar comia todos os gritos
Crianças com medo fugiam
O mar muito temiam.

O mar é maravilha
O mar é mistério
O mar é medo
O mar hipnotiza
O mar paralisa
O mar é aquilo que nos faz sentir.


Luz Pimenta, 8º D

 

25 de abril de 2024

25 DE ABRIL- 50 ANOS

Panfletos é um programa da Antena 1, da autoria do jornalista Pedro Tadeu, inspirado num programa da antiga Telefonia de Lisboa. O seu tema é a música de resistência. 

Cada episódio dá-nos a ouvir uma canção, portuguesa ou de outros países, que se afirma como arte de luta contra a opressão. Ao mesmo tempo, é-nos explicado o contexto em que estas canções surgiram.

A Cantiga é uma arma, do músico português José Mário Branco, está indissociavelmente ligada ao 25 de abril e à defesa dos seus valores. Aqui fica a ligação para esse panfleto, em celebração da data que hoje rememoramos:

Panfletos: José Mário Branco e “A Cantiga é Uma Arma” 


23 de abril de 2024

ESTAVA NA PRAIA QUANDO...

 


      Estava na praia quando vejo a água a afastar-se, criando uma onda gigante, ou pior, um tsunami!  

     Como estava sozinha, deixei todas as minhas coisas e corri, sem parar. A onda estava cada vez mais perto, e eu com mais desespero. Havia uma enorme colina ao pé da praia e corri para ela. Subi, subi e subi, sem parar, cada vez com menos forças. Passado algum tempo, depois de subir aquela enorme colina, respirei fundo e olhei para trás. Quando olhei, congelei! Havia água por todo lado, por sorte não chegou ao cimo da colina. Ao longe, conseguia ver que o tsunami também tinha atingido a cidade. Estava tudo inundado, só se via água. Comecei a chorar. 

     Depois de algum tempo, apareceu um helicóptero que me avistou, porque eu estava no cimo da colina. Havia um espaço sem árvores, e o helicóptero aterrou ali. Subi e voámos para outra cidade.  

     Hoje, tenho 19 anos e sou jornalista. Nunca mais esqueci aquele momento. 

 

 

Ângela Pedro, 7º B                         


 

 

13 de janeiro de 2024

A POLUIÇÃO NO MUNDO

 O Afonso Querido interpretou deste modo o cartoon do desenhador cubano Miguel Morales Madrigal. Bela leitura, Afonso.

Despir o passado, Miguel M. Madrigal, Cuba, 2023

Este cartoon, “Despir o passado”, de Miguel Morales Madrigal, apresenta um Mundo que está a sofrer com a poluição que todos nós fazemos.

O Mundo é apoiado por duas mãos, uma com tom de pele mais escuro, a outra com tom de pele mais claro. Por sua vez, o braço com a pele mais clara tem uma pulseira verde com laços de várias cores, sinal de esperança. Esta ideia parece permanecer pelo facto de o planeta Terra estar dividido em duas partes, uma com vida animal e vegetal, e a outra com a poluição causada pelos humanos. Na parte com vida, veem-se os continentes a verde e a água a azul. E na outra parte vê-se uma chaminé industrial que perfura uma manta e emana substâncias que prejudicam a vida. Também se pode ver uma ave a segurar algo no bico; mais em baixo um golfinho a furar a manta com o nariz; e por baixo dele um saco de plástico e uma garrafa a caírem do planeta.

No fundo da imagem, um céu azul com uma nuvem e um arco-íris reforça a ideia de que os seres humanos ainda estão a tempo de mudar o seu comportamento e salvar o planeta.

Na minha opinião, devíamos ter mais cuidado com as nossas ações, que têm vindo a fazer com que o Mundo possa perecer e, consequentemente, todos os seres vivos.   

Afonso Querido, 8.ºA