4 de junho de 2013
3 de junho de 2013
Pensamentos refrescantes
Que nos vêm todos os pensamentos:
A nossa infância,
Os nossos momentos,
Os erros cometidos
E as lições de vida aprendidas.
A nossa infância,
Os nossos momentos,
Os erros cometidos
E as lições de vida aprendidas.
Ninguém sabe o que nos vai no pensamento.
Apenas nós nos conhecemos a nós próprios.
Ninguém mais sabe como somos realmente:
O que pensamos;
O que sentimos;
As nossas emoções…
Apenas nós nos conhecemos a nós próprios.
Ninguém mais sabe como somos realmente:
O que pensamos;
O que sentimos;
As nossas emoções…
Nunca ninguém nos conhecerá completamente,
Nem os mais próximos,
Porque há coisas que guardamos para dentro,
Que apenas confiamos a nós.
Sempre foi, e sempre será.
Porque, por mais que as pessoas sejam diferentes,
Os seus pensamentos serão idênticos…
Nem os mais próximos,
Porque há coisas que guardamos para dentro,
Que apenas confiamos a nós.
Sempre foi, e sempre será.
Porque, por mais que as pessoas sejam diferentes,
Os seus pensamentos serão idênticos…
O nosso coração é como um poço fundo e escuro,
Mas, por outro lado, um campo florido e luminoso.
Todos temos momentos bons e maus.
Mas os mais marcantes
ficarão sempre no nosso coração.
Ficarão apenas para nós, coisas que nunca partilharemos,
Porque apenas nós nos conhecemos e ninguém mais.
Mas, por outro lado, um campo florido e luminoso.
Todos temos momentos bons e maus.
Mas os mais marcantes
ficarão sempre no nosso coração.
Ficarão apenas para nós, coisas que nunca partilharemos,
Porque apenas nós nos conhecemos e ninguém mais.
Patrícia Martins, 8ºA
30 de maio de 2013
Poesia trovadoresca na internet
BASE DE DADOS que disponibiliza a totalidade das cantigas
trovadorescas galego-portuguesas incluídas nos cancioneiros, bem como algumas
iluminuras e a música das composições poéticas - quer a medieval, quer as
versões contemporâneas (pautas e alguns ficheiros áudio).
Compreende ainda informação sobre todos os trovadores e
sobre as personagens e os lugares referidos nas cantigas. Também o pequeno
tratado de poética trovadoresca que abre o Cancioneiro da Biblioteca Nacional,
chamado "Arte de Trovar", foi incluído.
A base de dados é resultante do projeto Littera, sediado no
Instituto de Estudos Medievais da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da
Universidade Nova de Lisboa. Um precioso contributo para a preservação e divulgação do
património literário português.
28 de maio de 2013
Um documentário acerca do rio Mondego - o seu curso, as suas margens, a fauna, a flora... Vinte e cinco minutos de encantamento num filme de Daniel Pinheiro, projecto final de mestrado em "Wildlife Documentary", pela universidade de Salford, Reino Unido.
23 de maio de 2013
Azar na sorte
| Klimt, O beijo |
Há quem possua cobre
Em vez de prata e ouro,
Enquanto acham terror
Eu encontro um tesouro
Sou rico, sendo pobre
Triste por feliz ter
Encontrado no amor
Grande sorte e prazer
Sentimento mais nobre
Jamais irei viver
Porém, sinto uma dor
Bem dura de roer
Oh, criatura tonta!
Não descubro a razão
Por que dou tal valor
Aos do meu coração
O mal que a mim remonta
Deriva do alheio
A sua pouca cor
Minha alma atinge em cheio
Carlos Martins, 10º C (poema e seleção de imagem)
19 de maio de 2013
Mágoas
![]() |
| fotografia de Dimitar Lazarov |
Agora transformadas em raiva
Sinto a dor de quem foi deixada,
Por uma amiga abandonada.
Sinto o ódio invadir-me
Sinto que fui esmagada
Por um passarinho
Aparentemente fraquinho.
Só sei o que sinto
O que passou já não encaixa neste puzzle
Que é a vida que pinto.
Quando penso bem lá no fundo
Sei que não fui deixada
E percebo que a morte lhe foi doada.
A minha melhor amiga deixou-me
Para poder apreender
E então perceber
Que o tempo é indefinido
Agora percebo que a minha vida está inacabada
E que cada acontecimento
Seja ele mau ou bom, é perfeito
Pois com ele completamos esta caminhada.
Beatriz Colaço, 7º A
16 de maio de 2013
Põe a tua máscara
Se te sentires mal, sorri.
Engana toda a gente.
Finge que estás feliz.
Finge que nada te deita abaixo…
Finge que és mais forte que uma pedra.
Finge que não choras todas as noites antes de dormires.
Porque é assim que todos nós fazemos.
Quando saíres à rua,
Deixa os problemas em casa.
Engana a sociedade,
Deixa-os pensar que és feliz,
Deixa-os pensar que não tens problemas…
E, quando voltares,
E os teus problemas regressarem,
Chora,
Até a tua cara sangrar,
Até ficares desfigurado.
No dia seguinte,
Põe a tua máscara
E, mais uma vez, finge que és feliz.
Lícia, 8º A
13 de maio de 2013
"Ligações Perigosas" - um olhar sobre a aristocracia francesa do séc. XVIII
No filme “Ligações Perigosas” - realizado por Stephen Frearsem em 1988 e inspirado no célebre romance epistolar de Choderlos de Laclos - é possível observar um pouco da sociedade francesa do século XVIII. Verificamos que se trata de uma sociedade dividida em classes sociais e que os membros das classes poderosas instrumentalizam sem piedade os das classes baixas e os da sua própria classe.
Quando os protagonistas do filme, a Marquesa de Merteuil e o Visconde de Valmont, usam outras personagens, mais ingénuas, como simples marionetas, mostram uma enorme falta de sentimentos e de preocupação para com os outros. De facto, estas personagens manipulam toda a gente em seu redor e não olham a meios para atingir os fins mais triviais. Nenhum deles trabalha ou contribui seja de que forma for para a sociedade. Dedicam-se, apenas, a perseguir os seus objetivos egoístas, buscando o prazer e um maior prestígio aos olhos dos seus pares. Estas duas personagens são estereótipos da aristocracia francesa daquele século que não tardaria a desagregar-se com o eclodir da Revolução Francesa.
A Marquesa de Merteuil denuncia também o papel subalterno das mulheres. É por ter clara consciência desse papel menor que ela decide tornar-se mestre na arte da manipulação e da sedução, pois sabe que só assim pode ter algum papel na sociedade.
Em suma, “Ligações Perigosas” é um bom filme para nos fazer compreender a decadente sociedade francesa do final do Ancien Régime.
Ricardo Silva, aluno de Clássicos da Literatura do 12º F
8 de maio de 2013
Complementos e modificadores
Acerca de complementos e modificadores - e outras funções sintáticas - uma página que pode dar uma boa ajuda:
Consultório de gramática
Consultório de gramática
6 de maio de 2013
Celebrar o Dia da Poesia
Um filme interpretado e realizado pelas alunas de Literatura Portuguesa da nossa escola.
4 de maio de 2013
E se um dia?...
| Jeune fille, pintura de August Macke (1914) |
E se um dia deixasses de sentir?
Não haveria raiva, tristeza nem amor.
E se um dia tudo se tornasse preto ou branco?
Viverias num triste mundo sem cor.
E se um dia o teu sorriso pudesse mudar o universo?
Haveria alegria suficiente para partilhar.
E se um dia cada passo que deste te levasse ao destino que sempre
quiseste?
Eras finalmente feliz e podias gritar, gritar, gritar.
E se um dia toda a luta se tornasse uma aliança?
Toda a tristeza daria origem a uma nova esperança.
E se um dia todos os teus amigos virassem traidores?
Não haveria ninguém para suportar as tuas dores.
E se um dia todas as tuas memórias se apagassem?
Haveria um grande vazio no teu coração.
E se um dia os teus olhos deixassem de abrir?
Serias mais um sem o poder da visão.
E se um dia, ao acordares, não conhecesses ninguém neste mundo?
Estarias sozinho num grande poço sem fundo.
E se um dia todos te dessem importância?
Serias como aqueles reis que admiravas na infância.
E se um dia cada lágrima tua valesse um beijo?
O sofrimento daria lugar à paixão.
E se um dia desses conta que tudo isto não passa de um sonho?
Todo o teu esforço teria sido em vão.
Ana Filipa Inácio, 8ºA
30 de abril de 2013
29 de abril de 2013
Uma pequenina luz
Tudo é incerto ou falso ou violento: brilha.
Tudo é terror vaidade orgulho teimosia: brilha.
Tudo é pensamento realidade sensação saber: brilha.
Tudo é treva ou claridade contra a mesma treva: brilha.
Desde sempre ou desde nunca para sempre ou não: brilha.
Uma pequenina luz bruxuleante e muda
Como a exactidão como a firmeza como a justiça.
Um poema de Jorge de Sena, esse grande e tão mal conhecido poeta - e romancista e ensaista e dramaturgo e pensador - do século XX português. Dito por Paulo Campos e transcrito abaixo.
Tudo é terror vaidade orgulho teimosia: brilha.
Tudo é pensamento realidade sensação saber: brilha.
Tudo é treva ou claridade contra a mesma treva: brilha.
Desde sempre ou desde nunca para sempre ou não: brilha.
Uma pequenina luz bruxuleante e muda
Como a exactidão como a firmeza como a justiça.
Um poema de Jorge de Sena, esse grande e tão mal conhecido poeta - e romancista e ensaista e dramaturgo e pensador - do século XX português. Dito por Paulo Campos e transcrito abaixo.
26 de abril de 2013
As saudades
![]() |
| Madalena, pintura de Caravaggio |
Cada luar passado a olhar para a lua,
E, ainda assim, não ver nela o brilho que os teus olhos traziam.
Os traços da tua boca, que revelavam cada segredo que nela trazias,
A alegria que trazias a cada negrume que por vezes eu levava comigo…
Agora só me resta deixar morrer a saudade,
A saudade que desesperadamente cresce,
Cresce lamentavelmente dentro das paredes do meu coração.
Coração que escurece a cada dia com a tua ausência,
Ausência à qual eu já me habituei.
Obriguei a minha mente a esquecer cada palavra que disseste,
Forcei-a a não olhar para os teus dedos entrelaçados nos dela.
O meu coração esmorece quando vê o profundo do céu azul,
Encaixar no penetrante castanho dos teus olhos,
A tristeza que é ter-te perdido!
Eu sempre apreciei o teu cheiro permanente a navegante dos sonhos,
O sentimento que sinto é mais do que amor,
É algo inexplicável aos olhos do ser humano, aos olhos de quem não sente!
O medo que tinha de entrar na tua vida, e agora?
Agora, o problema é apenas sair dela...
Eras o único que me fazia tremer de desespero e chorar de alegria!
Eu prometi que estaria cá para cada problema teu,
Por isso vais ser o único de quem eu vou beber cada lágrima!
Depois relembro a minha alma, e que tens alguém para tal...
E aí choro como louca, perdida na terra da tristeza…
Sei que é ela, a rapariga que tanto desejas, por isso quero acabar com ela!
Ela é eu e eu sou ela, quero ser ela e não sou.
Quero beijar o que ela beija, quero sentir o que ela sente.
Por que razão eu não sou ela? Não passa de uma serpente que rasteja,
E dói-me ouvir cada palavra que lhe sai da boca, com intenção de matar!
Beatriz Sousa, 8º A
25 de abril de 2013
25 de Abril
Esta é a madrugada que eu esperava
O dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a substância do tempo
Sophia de Mello Breyner Andresen
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